Associação José Gabriel da Costa - Uma casa para recordar

Estatuto

ALTERAÇÃO E CONSOLIDAÇÃO DOS ATOS CONSTITUTIVOS DA ASSOCIAÇÃO JOSÉ GABRIEL DA COSTA

 

CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS.

 

Art.1º – A Associação José Gabriel da Costa, fundada em 07 de novembro de 2006 é a união de pessoas, sem fins econômicos, que terá duração por tempo indeterminado, sede no Município de Porto Velho Estado de Rondônia, na rua Joaquim de Araújo Lima n° 1419, Bairro Olaria e foro na cidade de Porto Velho.

 

Art.2º - A Associação tem por finalidade a construção do Memorial José Gabriel da Costa, bem como sua instalação, funcionamento e manutenção.

 

Art.3º – No desenvolvimento de suas atividades, a Associação não fará qualquer discriminação de raça, cor, sexo ou religião.

 

Art.4º – A Associação poderá ter um Regimento Interno que, aprovado pela Assembléia Geral, disciplinará o seu funcionamento.

 

Art.5º – A fim de cumprir suas finalidades, a Associação poderá organizar-se em tantas Coordenações de trabalho quantas se fizerem necessárias, as quais se regerão pelo Regimento Interno.

 

CAPÍTULO II - DOS ASSOCIADOS

 

Art.6º – A Associação é constituída por ilimitado número de associados, que serão admitidos, a critério da diretoria, dentre pessoas idôneas.

 

Art. 7º - Haverá as seguintes categorias de associados:
– Fundadores, os que assinarem a ata de fundação da Associação;
– Beneméritos, aqueles aos quais a Assembléia Geral conferir esta distinção, espontaneamente ou por proposta da diretoria, em virtude dos relevantes serviços prestados à Associação;
– Honorários, aqueles que se fizerem credores dessa homenagem por serviços de notoriedade prestados à Associação, por proposta da diretoria à Assembléia Geral;
- Efetivos, os que pagarem a mensalidade estabelecida pela Diretoria.

 

Art. 8º – São direitos dos associados quites com suas obrigações sociais:
I – votar e ser votado para os cargos eletivos;
II – tomar parte nas assembléias gerais.
Parágrafo único. Os associados beneméritos e honorários não terão direitos a voto e nem poderão ser votados.

 

Art. 9º – São deveres dos associados:
I – cumprir as disposições estatutárias e regimentais;
II – acatar as determinações da Diretoria.
Parágrafo único. Havendo justa causa, o associado poderá ser excluído da Associação por decisão da diretoria, após o exercício do direito de defesa. Da decisão caberá recurso à assembléia geral.

 

Art. 10 – Os associados da entidade não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações e encargos sociais da instituição.

 

CAPÍTULO III - DA ADMINISTRAÇÃO

 

Art. 11 – A Associação será administrada por:
I – Assembléia Geral;
II – Conselho Deliberativo;
III – Diretoria;
IV – Conselho Fiscal;

 

Art. 12 – A Assembléia Geral, órgão soberano da instituição, constituir-se-á dos associados em pleno gozo de seus direitos e deveres estatutários.

 

Art. 13 – Compete à Assembléia Geral:
I – eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal;
II – destituir os administradores, mediante encaminhamento do Conselho Deliberativo;
III - apreciar recursos contra decisões da diretoria e do Conselho Deliberativo;
IV – decidir sobre reformas do Estatuto;
V – conceder o título de associado benemérito e honorário por proposta da diretoria;
VI – decidir sobre a conveniência de alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens patrimoniais;
VII – decidir sobre a extinção da entidade, nos termos do artigo 40 deste Estatuto;
VIII – aprovar as contas;
IX – aprovar o regimento interno.

 

Art. 14 – A Assembléia Geral realizar-se-á, ordinariamente, uma vez por ano para:
I – apreciar o relatório anual da Diretoria;
II – discutir e homologar as contas e o balanço aprovado pelo Conselho Fiscal.

 

Art. 15 – A Assembléia Geral realizar-se-á, extraordinariamente, quando convocada:
I – pelo presidente da Diretoria;
II – pelo Conselho Deliberativo;
II – pela Diretoria;

 

Art. 16 – A convocação da Assembléia Geral será feita por meio de edital afixado na sede da Instituição, por circulares e outros meios convenientes, com antecedência mínima de quinze dias.
Parágrafo único – Qualquer Assembléia instalar-se-á em primeira convocação com a maioria dos associados e, em segunda convocação, com qualquer número, não exigindo a lei quorum especial.

 

Art. 17 – A Diretoria será constituída por um Presidente, um Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiros.
Parágrafo Único – O mandato da diretoria será de três anos, vedada mais de uma reeleição consecutiva.

 

Art. 18 – Compete à Diretoria:
I – elaborar e executar programa anual de atividades;
II – elaborar e apresentar, à Assembléia Geral, o relatório anual;
III – estabelecer o valor da mensalidade para os sócios contribuintes;
IV – entrosar-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum;
V – contratar e dispensar funcionários, bem como serviços;
VI – requerer assembleia geral extraordinária mediante 2/3 dos seus membros.

 

Art. 19 – A diretoria reunir-se-á ordinariamente no mínimo uma vez por mês.

 

Art. 20 – Compete ao Presidente:
I – representar a Associação ativa e passivamente, judicial e extrajudicialmente;
II – cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno;
III – convocar e presidir a Assembléia Geral:
IV – convocar e presidir as reuniões da Diretoria;
V – assinar, com o primeiro tesoureiro, todos os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras da Associação;

 

Art. 21 – Compete ao Vice-Presidente:
I – substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos;
II – assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término;
III – prestar, de modo geral, a sua colaboração ao Presidente.

 

Art. 22 – Compete ao Primeiro Secretário:
I – secretariar as reuniões da Diretoria e Assembléia Geral e redigir as atas;
II – dar ampla publicidade acerca das atividades da associação;
III – expedir comunicações e documentos, mantendo seu controle e arquivamento.

 

Art. 23 – Compete ao Segundo Secretário:
I – substituir o Primeiro Secretário em suas faltas ou impedimentos;
II – assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término; e
III – prestar, de modo geral, a sua colaboração ao primeiro secretário.

 

Art. 24 – Compete ao Primeiro Tesoureiro:
I – arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração;
II – pagar as contas autorizadas pelo Presidente;
III – apresentar relatórios de receita e despesas, sempre que forem solicitados;
IV – apresentar o relatório financeiro para ser submetido à Assembléia Geral;
V – apresentar mensalmente o balancete ao Conselho Fiscal;
VI – conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria;
VII – manter todo o numerário em estabelecimento de crédito;
VII 0 Providenciar e responsabilizar-se pelo recolhimento ao banco de toda importância superior a um salário mínimo vigente no país;
VIII – assinar, com o presidente, todos os cheques, ordens de pagamento e títulos que representem obrigações financeiras da Associação.

 

Art. 25 – Compete ao Segundo Tesoureiro:
I – substituir o Primeiro Tesoureiro em suas faltas ou impedimentos;
II – assumir o mandato, em caso de vacância, até o seu término;
III – prestar, de modo geral, a sua colaboração ao Primeiro Tesoureiro.

 

Art. 26 – O Conselho Fiscal será constituído por três membros, e seus respectivos suplentes, eleitos pela Assembléia Geral.
§1º – O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria.
§2º – Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até seu término.

 

Art. 27 – Compete ao Conselho Fiscal:
I – examinar os livros de escrituração da entidade;
II - examinar o balancete semestral apresentado pelo Tesoureiro, opinando a respeito;
III – apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que forem solicitados;
IV – opinar sobre a aquisição e alienação de bens.
Parágrafo Único – O Conselho Fiscal reunir-se-á ordinariamente a cada dois meses e, extraordinariamente, sempre que necessário.

 

Art. 28 – O Conselho Deliberativo será constituído por nove membros, quais sejam, o Presidente da Associação, o Mestre Geral Representante do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal ou membro da Direção por ele indicado, o Presidente da Diretoria Geral do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal, três associados indicados pela Diretoria da Associação e três associados indicados pela Diretoria Geral do Centro Espírita Beneficente União do Vegetal.
§1º Os membros indicados deverão ter formação técnica compatível com os objetivos da associação.
§2º – Os suplentes serão todos indicados pela Diretoria da Associação.
§3º – O mandato do Conselho Deliberativo coincidirá com o mandato da Diretoria da Associação.
§4º – Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até seu término.

 

Art. 29 – Compete ao Conselho Deliberativo deliberar sobre quaisquer assuntos de interesse da associação, excluídos aqueles de competência privativa da Assembléia Geral (art. 13 do Estatuto Social e art. 59 do Código Civil), cabendo-lhe especi?camente:
I - solucionar os casos omissos e as dúvidas de interpretação do Estatuto Social;
II - eleger os Membros da Mesa Diretora;
III - delinear as diretrizes gerais de administração da Associação;
IV – elaborar, aprovar e revisar o planejamento estratégico quadrienal;
V - aprovar ou rejeitar, dentro de sessenta dias, a partir de seu recebimento, as propostas de projetos e respectivos planos de ação para consecução do planejamento estratégico e das finalidades da associação;
VI - gerenciar e fiscalizar a implementação do planejamento estratégico, inclusive em nível tático e operacional;
VII - solicitar da Diretoria da Associação e/ou do Conselho Fiscal os esclarecimentos que entender necessários, bem como o comparecimento de seus membros;
VIII - examinar e manifestar-se acerca do relatório de atividades anual da Diretoria da Associação, para posterior apreciação da Assembléia Geral;
IX - apreciar e manifestar-se, depois do pronunciamento do Conselho Fiscal, acerca das contas e dos balanços do exercício ?ndo, antes de submetê-los a apreciação da Assembléia Geral;
X - organizar seus serviços burocráticos, requisitando à Diretoria da Associação os elementos humanos e materiais necessários ao seu funcionamento, obedecidas as disponibilidades orçamentárias;

 

Art. 30 - As decisões do Conselho serão tomadas por maioria simples de votos.

 

Art. 31 - A Mesa Diretora do Conselho Deliberativo será composta por um Presidente, um Vice-Presidente, um Primeiro Secretário e um Segundo Secretário, eleitos entre seus membros.
§1° Compete ao Presidente convocar e presidir as reuniões do Conselho.
§2° Compete ao Vice-Presidente substituir o Presidente em suas faltas ou impedimentos.
§3°Compete ao Primeiro Secretário:
I – secretariar as reuniões do Conselho e redigir as atas;
II – dar ampla publicidade às deliberações do Conselho no âmbito da associação;
III – expedir comunicações e documentos, mantendo seu controle e arquivamento.
§4° Compete ao Segundo Secretário:
I – substituir o Primeiro Secretário em suas faltas ou impedimentos;
II –prestar, de modo geral, a sua colaboração ao primeiro secretário.

 

Art. 32 - A eleição da Mesa Diretora ocorrerá na primeira reunião ordinária do Conselho Deliberativo, a qual será designada na oportunidade da posse e presidida pelo Presidente da Associação.
§ 1º- É permitida somente uma reeleição consecutiva para o mesmo cargo.

 

Art. 33 - O Conselho Deliberativo reunir-se-á durante o exercício civil, em reuniões ordinárias trimestrais, e extraordinárias, quando convocadas com este caráter.

 

Art. 34 – O Conselho Deliberativo poderá propor e aprovar seu regimento interno, complementando as atribuições básicas ora previstas inclusive quanto aos cargos.

 

Art. 35- As atividades dos diretores e conselheiros serão inteiramente gratuitas, bem como as dos associados, sendo-lhes vedado o recebimento de qualquer lucro, gratificação, bonificação ou vantagem.

 

Art. 36- A instituição não distribuirá lucros, resultados, dividendos, bonificações, participações ou parcela de seu patrimônio, sob nenhuma forma ou pretexto.

 

Art. 37 – A Associação manter-se-á através de contribuições dos associados e de outras atividades, sendo que essas rendas, recursos e eventual resultado operacional serão aplicados integralmente na manutenção e desenvolvimento dos objetivos institucionais, no território nacional.

 

CAPÍTULO IV - DO PATRIMÔNIO

 

Art. 38 – O patrimônio da Associação será constituído de bens móveis, imóveis, veículos, semoventes, ações e apólices de dívida pública.

 

Art. 39 – No caso de dissolução da Instituição, os bens remanescentes serão destinados à outra instituição congênere, com personalidade jurídica, que esteja registrada no Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS ou entidade Pública.

 

CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 

Art. 40 – A Associação será dissolvida por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para esse fim, quando se tornar impossível a continuação de suas atividades.

 

Art. 41 – O presente estatuto poderá ser reformado, a qualquer tempo, em assembléia geral especialmente convocada para esse fim, obedecendo-se ao quorum previsto no parágrafo único do art. 16 do presente estatuto.

 

Art. 42 – Os casos omissos serão resolvidos na forma do art. 29, I, pelo Conselho Deliberativo.
A presente alteração estatutária foi aprovada pela Assembléia Geral realizada no dia 07-01-2011.

 

Porto Velho,07 em  de janeiro de 2011.
Plínio Martins de Oliveira
Presidente

 

 

 


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